Mostrar mensagens com a etiqueta Medicamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Medicamentos. Mostrar todas as mensagens

13/02/11

Cortes na comparticipação dos medicamentos

Quebra de 19% nas contas dos medicamentos representa metade da redução de despesa. Parte da factura das farmácias é assumida por utentes.

Em Janeiro, os gastos diminuíram 45,5 milhões de euros, ou seja, menos 1,5 milhões de euros por dia, em relação ao mês homólogo de 2010. A redução global da despesa de 6,6% resulta sobretudo de cortes nos gastos com medicamentos. São menos 26,9 milhões de euros, o que representa uma quebra de 19% em relação aos 141,3 milhões de euros pagos em Janeiro de 2010.

Uma menor participação do Estado no custo dos medicamentos tem por consequência um agravamento da parte da factura da farmácia assumida pelos utentes. Ler mais...

11/02/11

Receitas falsas

Em seis meses, uma rede de médicos e farmacêuticos lesou o Serviço Nacional de Saúde em 1,2 milhões de euros. Remédios comparticipados a 100% e com um valor próximo dos 200 euros por unidade eram prescritos em grande quantidade pelos mesmos médicos e vendidos pelas mesmas farmácias. Ler mais...

08/02/11

Doentes falsos

Associação Nacional de Farmácias atribui fraudes à desorganização do SNS



A Associação de Farmácias considera que a fraude no setor se deve à desorganização no Sistema Nacional de Saúde. A associação entregou à Judiciária mais de 20 receitas que considera suspeitas por estarem em nome de doentes que não existem.

A troca de medicamentos na farmácia

O Governo mostra-se muito surpreendido com os vetos presidenciais de hoje e avisa, desde já, que vai insistir nos diplomas que Cavaco Silva não aceitou promulgar. Em silêncio está a Associação Nacional de Farmácias, a grande defensora da prescrição por DCI e sobretudo da possibilidade do medicamento de marca receitado pelo médico poder ser substituído por outro na farmácia. O veto adia essa possibilidade mas não resolve um outro grande problema do doente:

"qual será o preço dos meus medicamentos no próximo mês?"

clique na imagem para descobrir o preço actual

A solução passa por aqui!

Menos 70

70 médicos vão deixar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) em Março: 36 médicos de família e 34 médicos hospitalares. Mais, no mínimo, 54.000 utentes sem médico de família a juntar aos 1.479.000 conhecidos e mais um recuo no tempo de resposta em consultas externas hospitalares e em cirurgias. Ler mais...

clique na imagem

07/02/11

Farmacêuticos vão poder trocar remédios sem autorização médica

O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) alertou que os farmacêuticos vão poder substituir medicamentos mesmo quando o médico não autoriza a troca na receita electrónica.

clique na imagem

«Neste momento, o médico prescreve e o farmacêutico vende aquilo que lhe der jeito em função dos bónus e promoções e isso é um problema gravíssimo do ponto de vista de saúde pública e é um problema político muito interessante». Ler mais...

Preços iguais para medicamentos com mesmo princípio activo


A Ordem dos Médicos rejeita a prescrição por Denominação Comum Internacional por estar em causa «a defesa da qualidade da medicina e dos doentes» e propõe uma uniformização dos preços de todos os medicamentos com o mesmo princípio activo.

se o custo é a única razão para a troca de marcas, a Ordem «propõe que o Governo defina o preço de todas as marcas com o mesmo princípio activo pelo mesmo valor, o mais baixo de todos, e deixa de haver justificação para uma troca de marcas que pode ser prejudicial aos doentes e impede a estabilização clínica dos doentes».

«É uma questão de preço? Marque-se o mesmo valor para todas as marcas do mesmo princípio activo. E propomos que esse valor seja reduzido no imediato em dez por cento, porque há margem para isso. O que significa que ao erário público e aos cidadãos seriam poupados 40 milhões de euros já em 2011» Ler mais...

26/01/11

Buscas em farmácias de Lisboa

Por suspeitas de crimes económicos a Polícia Judiciária está a efetuar buscas a cerca de uma dezena de farmácias na zona de Lisboa numa operação conduzida por elementos da unidade nacional de combate à corrupção.
A burla envolve a comercialização de um medicamento para tratar a esquizofrenia, que é comparticipado na totalidade pelo Serviço Nacional de Saúde. Cada ampola tem um custo de cem euros

22/01/11

10 mandamentos no Serviço de Urgência

1 - Se você não sabe o que tem, dá VOLTAREN;
2 - Se você não entende o que viu, dá BENZETACIL;
3 - Apertou a barriga e fez 'ahhnnn', dá BUSCOPAN;
4 - Caiu e passou mal, dá GARDENAL;
5 - Tá com uma dor bem grandona? Dá DIPIRONA;
6 - Se você não sabe o que é bom, dá DECADRON;
7 - Vomitou tudo o que ingeriu, dá PLASIL;
8 - Se a pressão subiu, dá CAPTOPRIL;
9 - Se a pressão deu mais uma grande subida, dá FUROSEMIDA!
10 - Chegou morrendo de choro, ponha no SORO.

E mais: Arritmia dá AMIODARONA. Pelo não, pelo sim, dá ROCEFIN. E SE NADA DER CERTO, E NÃO TEM NEUROSE... ...DIGA QUE:

É SÓ ESSA NOVA VIROSE!!!

Óbvio

Imagine a conversa entre dois DIM's (delegados de informação médica) sobre as vantagens dos respectivos produtos: - "Asseguro-lhe, colega, que o nosso Cataflan é infinitamente superior ao vosso Curoxime." O outro retorquirá decerto: "Talvez, mas com o nosso novo Bizoprolol à base de Mirtazipina o vosso Rapamune será posto de lado!" O primeiro ainda poderá objectar: "Ah, mas está a esquecer-se do Vartonil..." e por aí fora.

E quando lhes acrescentam designações complementares em jeito de título nobiliárquico de ascendência duvidosa, do género Lozartan - Hidroclorotiazida APS ou Cirproterona + Etinilestradiol Nakria? Pavoroso...


A receita electrónica

Ordem dos Médicos Dentistas critica receita eletrónica

A Ordem dos Médicos Dentistas já reagiu ao novo modelo de receita eletrónica imposto pelo governo e que deve vigorar a partir do dia 1 de Março. A ordem acusa o ministério da Saúde de não responder a sucessivos pedidos de esclarecimento e denuncia o elevado custo dos softwares eletrónicos que são obrigados a adquirir.

Dificuldades das famílias na aquisição dos medicamentos

Dificuldades das famílias são apontadas como as principais razões para a venda de menos 13 milhões de embalagens.
Em 2010 gastaram-se menos 683 milhões de euros em medicamento em comparação com o ano anterior - para um total de mercado de 2,4 mil milhões de euros - o que corresponde a uma descida de 13 milhões de embalagens vendidas. Uma factura paga em exclusivo pelos remédios de marca, já que os genéricos subiram as vendas, conquistando a maior quota de mercado até agora. Utentes e bastonário da Ordem dos Médicos dizem que situação é o resultado da crise. Ler mais...


clique na imagem

17/01/11

GlaxoSmithKline - a qualidade na fábrica da farmacêutica em Cidra

Bad Medicine: The Glaxo Case
January 2, 2011 5:15 PM

Drug company whistle-blower Cheryl Eckard tells Scott Pelley about her experience trying to fix problems at a pharmaceutical factory that made her a key figure in a federal lawsuit and a multimillionaire.


Uma reportagem televisiva foi para o ar no domingo nos EUA e analisou em pormenor os problemas observados por uma ex-gerente de garantia de qualidade global na fábrica da farmacêutica em Cidra, Porto Rico. A companhia disse que "discorda totalmente" com o sugerido no programa “60 Minutes” de que os doentes sofreram danos como resultado dos problemas de produção na fábrica", acrescentando que "a FDA [e] do Departamento de Justiça dos EUA afirmaram que não há indicação de que os doentes foram prejudicados, como resultado das questões de produção na Cidra", avança o site FirstWord.

Durante a entrevista, a ex-gerente também alegou que uma farmacêutica tinha contactado a companhia para informar que uma criança tinha recebido duas vezes e meia a dose recomendada de Paxil®, devido a uma troca de embalagens, e que ficou doente como resultado.

A GlaxoSmithKline disse que "lamenta os problemas de produção na unidade de Cidra, que eram incompatíveis com o [seu] compromisso com a qualidade de fabrico". A fábrica foi fechada em 2009 devido a uma diminuição da procura pelos medicamentos fabricados lá, avançou a GlaxoSmithKline.

16/01/11

GSK or GlaxoSmithKline


Medicamentos adulterados - Glaxosmithkline



La compañía farmacéutica Glaxosmithkline deberá pagar 750 millones de dólares al departamento de Justicia de Estados Unidos por producir fármacos en mal estado. GSK es acusada de producir medicamentos mal etiquetados, invertir pastillas en envases equivocados e incluso en estado defectuoso.

Com políticos assim, acabem com a democracia

Medicamentos para cancro e sida vão custar menos 10% a 18% ao SNS

Secretário de Estado espera que medida, que resultou de três meses de negociações entre o Ministério da Saúde e a IF, permita poupança de 30 milhões de euros anuais e admite iniciar negociação para baixar mais preços de fármacos nas áreas

Caso de morte após ensaio clínico

Pela primeira vez em Portugal, um caso de morte de uma doente envolvida num ensaio clínico chega à barra do tribunal, avança o jornal Público. Mas no banco dos réus vai sentar-se apenas o médico do Hospital de São João, no Porto, que conduziu a investigação. O reumatologista, que começa a ser julgado na próxima quinta-feira, é acusado de homicídio por negligência grosseira por ter prosseguido com o tratamento para a artrite reumatóide, mesmo depois de a doente exibir sintomas de que algo de errado se passava, explica o jornal.

O processo arrasta-se há anos. Felícia Moreira morreu em Fevereiro de 2004 com uma infecção generalizada, após três intervenções cirúrgicas e um período de internamento prolongado nos Cuidados Intensivos do Hospital de São João. Tinha 59 anos. O filho, Fernando Moreira, atribuiu, desde o início, a sua morte ao ensaio clínico com adalimumab (Humira®, de nome comercial), um medicamento biológico, que à data era inovador, mas que hoje representa quase um quinto da facturação global do laboratório fabricante, a Abbott.

Fernando Moreira, administrador de empresas em Guimarães, iniciou de imediato uma luta renhida para tentar provar que a mãe morrera devido aos efeitos adversos do anti-inflamatório e por considerar que ela não foi devidamente informada dos riscos que corria. "O que me revoltou foi perceber que as pessoas eram tratadas sem consideração, que as famílias não eram informadas e que os laboratórios podiam pagar [por casos deste tipo] o que gastam num congresso", justifica, em declarações ao Público.

Ao longo dos anos, foi somando vitórias e derrotas. Apresentou uma queixa contra o laboratório e a equipa médica envolvida no ensaio e até chegou a interpor uma providência cautelar para que o fármaco fosse retirado do mercado. Resultados? Conseguiu que o folheto informativo do medicamento fosse "alterado" e passasse a incluir o risco de morte devida a sépsis (infecção generalizada), na Europa, à semelhança do que já acontecia nos EUA; conseguiu que o médico que conduziu o ensaio fosse acusado e mais tarde pronunciado por homicídio por negligência grosseira. Mas os dois responsáveis da Abbott, que chegaram a ser ouvidos como arguidos numa fase inicial, não foram acusados. E Fernando Moreira acabou por ser o primeiro a sentar-se no banco dos réus: condenado por difamação, pagou uma indemnização de quatro mil euros ao médico por ter afirmado, numa página que criou na Internet em 2004, que os ensaios clínicos eram então "um mundo de amadorismo" em Portugal e por ter gravado uma conversa com o clínico, sem este saber. "Descobrir a verdade, era o mais importante", diz.

O caso foi seguindo os trâmites normais. Em Maio de 2005, a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde chegou a propor a instauração de um processo disciplinar ao reumatologista, por considerar que o ensaio devia ter sido suspenso quando surgiram os primeiros problemas, logo em Outubro de 2004 (a proposta aguarda uma decisão judicial). Dois anos e meio depois, em Novembro de 2007, o Ministério Público acusou o médico de ter agido "com negligência grave e grosseira, revelando grave desinteresse pelo cumprimento dos seus deveres profissionais, que determinou, como consequência necessária e directa, a morte de Felícia Moreira".

Inconformado, o reumatologista pediu a abertura de instrução para contestar a acusação – alegou que, na última toma do medicamento, o ensaio já estava terminado e que a doente decidira automedicar-se. Mas o juiz do Tribunal de Instrução do Porto confirmou a tese da acusação e mandou o caso seguir para julgamento. Admitindo que no início da utilização dos medicamentos biológicos se registaram algumas infecções fatais – que não podem, porém, ser associadas sem margem para dúvida a estes fármacos –, o presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), Augusto Faustino, defende que este caso foi "uma infelicidade em se conjugaram vários factores". E nota que os medicamentos da classe do Humira® são usados, em Portugal, com critérios apertados. Há quatro anos, foi mesmo criado um registo nacional de doentes reumáticos que fazem este tipo de tratamento e até à data não há notificações de mortes, sublinha.

O benefício dos medicamentos biológicos, que actualmente são usados por milhares de doentes, em várias patologias, é superior ao risco, garante o reumatologista José Vaz Patto. Aqui!