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24/06/11

CESD

O poder do marketing!

Da realidade onde o "Cartão Europeu de Seguro de Doença" é rejeitado (e o utente paga a totalidade da despesa médica) para o filme onde um jovem de porte atlético se despe sensualmente numa praia deserta para mergulhar nu nas águas translúcidas, num momento de puro prazer.

Podia ser o início de um filme erótico, mas não: é a nova promoção da Comissão Europeia, que incentiva à utilização do “Cartão Europeu de Seguro de Saúde”.

01/06/11

A machadada final... no transporte dos utentes!

O Despacho n.º 7861/2011, publicado no dia 31 de Maio, em Diário da República (DR), do Gabinete do Secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, define as condições de acesso e modalidades de transporte não urgente a que têm direito os doentes e utentes abrangidos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).

27/05/11

Quanto pagou o Estado pelos abortos feitos em clínicas privadas?

Em 2010, o Serviço Nacional de Saúde encaminhou para a Clínica dos Arcos, segundo um relatório da Direcção-Geral da Saúde, 4.383 mulheres para abortarem. Destas, 2268 foram encaminhadas pelos centros de saúde e 2115 pelos hospitais. Ler mais...


Chegava para atribuir médicos de família a todos os portugueses?

17/05/11

O Acordo no transporte dos doentes

O direito ao transporte gratuito só será possível com justificação clínica e se o doente em causa sofrer de uma de 15 situações clínicas. Se o doente não tiver nenhuma das situações que constam na lista, que será revista de dois em dois anos, aplicar-se-á a chamada prova de insuficiência económica, que será calculada com base no rendimento per capita do agregado familiar a dividir pelo número de pessoas do agregado. Se o valor apurado for inferior ao IAS - Indexante de Apoios Sociais (419,22 euros) o transporte será gratuito. Se for acima, o doente terá de pagar do seu bolso. A prova da condição de recursos será feita anualmente com base na declaração de rendimentos do IRS pelos centros de saúde. Ler mais...


Situações clínicas em que o transporte é gratuito:
Sequelas motoras de doenças vasculares
Transplantados quando houver indicação expressa do serviço hospitalar responsável pela transplantação
Insuficiência cardíaca e respiratória grave
Perturbações visuais graves
Doença do foro ortopédico
Doença neuromuscular de oritem genética ou adquirida
Patologia do foro psiquiátrico
Doenças do foro oncológico
Queimaduras
Insuficientes renais crónicos
Grandes acamados
Doentes com imunodepressão em fase de risco para o próprio
Mulheres com gravidez de risco
Doentes portadores de doença infecto-contagiosa que implique risco para a saúde pública

O doente tem direito a acompanhante sempre que o médico justifique a sua necessidade nas seguintes situações:
Necessidade de acompanhamento permanente de terceira pessoa
Idade inferior a 18 anos
Debilidade mental
Problemas cognitivos
Surdez
Défice de visão significativo
Incapacidade funcional marcada

18/04/11

Mais uma idéia louca da Indústria Farmacêutica

Não conta que a população já contribui para o Estado de acordo com o que ganha e que não são precisos mais esquemas manhosos adicionais?

Urgências em risco

Médicos ultrapassam limite de 200 horas extraordinárias cada vez mais cedo. No fim-de-semana da Páscoa pode já não haver pessoal para assegurar os serviços na maior maternidade do País.

 A falta de médicos na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, pode levar a uma situação de ruptura já durante este mês. Na última reunião geral de médicos, a semana passada, verificou-se que no fim-de-semana da Páscoa alguns médicos irão ultrapassar o limite de 200 horas extraordinárias por ano. Três profissionais manifestaram que já não tencionam continuar a entrar nas escalas, ultrapassadas as horas extra a que estão obrigados por contrato, o que poderá comprometer o funcionamento dos serviços. Ler mais...


Os hospitais e as dívidas às farmácias

Os hospitais devem à indústria farmacêutica mais de mil milhões de euros e os prazos médios de pagamento são superiores a um ano quando deviam ser de um máximo de três meses.

clique na imagem para aceder à notícia

17/04/11

Orçamento de base zero

SNS precisa de orçamento de base zero

Francisco Louçã afirmou que a capacidade de operação do SNS está em “colapso sistémico” devido aos “efeitos da sabotagem orçamental aprovada pelo PS e PSD” e apontou que “o SNS é dos [serviços públicos] que mais precisa do orçamento de base zero para que não seja destruída a capacidade da saúde pública de responder às necessidades das pessoas”.

Francisco Louçã apontou como exemplos do “colapso sistémico” do SNS a Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, que está a “estender a mão a um peditório às famílias dos utentes”, e “um hospital do distrito de Aveiro, que cobra uma caução de 15 euros a cada pessoa que vá visitar o seu familiar" ali internado. Ler mais...

Visitas a 15 euros


O Hospital de S. Sebastião chegou a chamar a polícia para intimidar um visitante que se recusava a pagar. O deputado Pedro Filipe Soares, que denunciou esta situação, considera que a “exigência é uma clara discriminação de quem está economicamente mais frágil” e questionou o Governo. Segundo a comunicação social, também os hospitais de Braga e Guimarães exigem uma caução de cinco euros aos visitantes de doentes internados. Ler mais...

Vergonhoso

Maternidade Alfredo da Costa pede donativos aos utentes


Desde esta semana, as cartas de confirmação e marcação de consultas e os recibos de taxas moderadoras têm o número de identificação bancária da instituição, para o qual, se assim o entenderem, utentes e familiares podem fazer o donativo, no montante que quiserem.

Trata-se de uma prática "muito comum" noutros países europeus que "não é ilegal" e que, segundo Jorge Branco, "pode ajudar nas despesas" da maternidade, unidade financiada pelo Estado que enfrenta um "orçamento muito restritivo". Ler mais...

14/04/11

Um dia na Consulta Aberta

A consulta aberta é realizada com um só clínico e serve uma população de vários milhares de utentes inscritos no Centro de Saúde dos quais, entre os que a procuram, não foram consultados ou não têm médico de família.
Hoje a médica escalada chega atrasada mas só começou a consulta depois de inscritos o número autorizado de utentes, há vinte minutos. Reclamaram, claro. Comigo! E reclamaram tanto que às 15:10h a médica levou o Livro Amarelo para um deles escrever a reclamação no gabinete. E por lá ficou.  Com a sala cheia às 16:30h chega um casal e a esposa, saudável e grávida, exige consultar o “Regulamento Interno” porque não quer esperar para lhe ser emitido o “Atestado Médico” pretendido. Uma confusão. Na falta dos responsáveis pelos serviços contactei com os poucos colegas disponíveis mas ninguém, excepto eu, admite a possibilidade de ser obrigatório o tal Regulamento. Um enfermeiro diz que não há atendimentos prioritários na Consulta Aberta e a médica confirma a informação mas, ao ver a utente tão revoltada, diz-lhe para reclamar no Livro Amarelo. A grávida, ao escrever, faz incidir a sua reclamação sobre a minha pessoa.
Às 18:00h a médica deixa inscrever mais dez utentes para serem consultados até às 20h. Os restantes reclamam. Mas saiem... ainda que revoltados! Dos cinco utentes que ainda chegaram até às 18.45h um foi para o hospital e os restantes refilaram. Chegam mais e às 19.30 estão na sala oito pessoas sem inscrição e sem garantias de consulta. Optaram por esperar. Às 19:50h a médica autoriza apenas mais uma inscrição. Chamo pelo nº 42 que não responde. Tal como o 43. Depois de inscrever o 44 aparecem os anteriores que acabam por reclamar de eu não ter esperado por eles quando "só se tinham ausentado para comer". E reclamam até ao encerrramento tentando incentivar os restantes. Às 19: 54h sete pessoas abandonam os serviços terrivelmente aborrecidas comigo. Mas às 18:58h ainda chega um novo utente que insiste em ser consultado. Informo-o que agora só tem o hospital. Responde-me:
“Nem pensar. No hospital eu tenho que esperar muito tempo!”   

A realidade e as garantias da ministra

O Hospital de Cascais está a pedir aos familiares dos doentes para comprar na farmácia medicamentos que diz não ter disponível.

Os familiares de uma paciente foram obrigados a levar um dos medicamentos que a doente toma para as artroses porque o hospital disse que não o tinha na farmácia. Sindicatos e utentes denunciam mais queixas de doentes a quem os remédios também foram pedidos. Ler mais...

13/04/11

As contas não são fiáveis

As contas «não são fiáveis» e por isso não é possível conhecer a verdadeira situação financeira dos hospitais públicos de gestão empresarial. Um dos problemas detectados surge no capítulo da “receita não cobrada”. Na análise do "entra e sai" do dinheiro das entidades aparecem cerca de 1.750 milhões de euros, mas no balanço a mesma rubrica surge com metade do valor. Ler mais...

Quem paga deslocações em Ambulância?

Acordo com bombeiros distingue doentes de utentes. Os primeiros não pagam. Os segundos só se ganharem acima dos 419 euros. Ler mais...

06/04/11

Madeirenses ficam sem acesso a medicamentos comparticipados

As farmácias da Região Autónoma da Madeira decidiram, por unanimidade, suspender a dispensa de medicamentos a crédito aos beneficiários do Serviço Regional de Saúde, a partir de 1 de Maio.

Não há, na conjuntura actual, condições de continuar a financiar uma dívida que atinge actualmente 85 milhões de euros e que cresce mais de 3 milhões de euros por mês. Comunicado aqui!

01/04/11

Total de abortos em 2010, em Portugal

Duzentos e cinquenta e uma mulheres já fizeram três ou mais abortos, revela um relatório da Direcção-Geral da Saúde (DGS), que identifica quatro mulheres que já abortaram mais de dez vezes. Ler mais...

27/03/11

Mil bombeiros vão ser despedidos

Mil bombeiros contratados por corporações de todo o País estão em risco de serem despedidos até final do ano, devido às novas regras de transporte de doentes determinadas pelo Ministério da Saúde. Neste momento, são 4500 profissionais adstritos à condução e ao transporte de ambulâncias.

Numa atitude que bombeiros e dirigentes consideram "desumana e puramente economicista", o Ministério da Saúde alterou as regras dos transportes não urgentes. Assim, desde o dia 1 de Janeiro, ficou determinado que o acesso dos doentes ao pagamento da despesa pelo Ministério da Saúde apenas é garantido a quem, em simultâneo, apresente justificação clínica actualizada e demonstre insuficiência económica. Ler mais...

23/03/11

Socorro - salvem os doentes portugueses deste Governo

Os portugueses saem do consultório médico com informação sobre o custo dum medicamento, mas se não se dirigirem de imediato à farmácia correm o risco de, no dia seguinte, a comparticipação do Estado ter sido alterada e o custo desse mesmo medicamento aumentar para o utente.

As embalagens continuam sem a informação sobre o custo e até no site do INFARMED a informação já é omissa... como neste exemplo:

Em Fevereiro um clínico prescreve "Doxivenil, 500 mg, 60 unidades" e no próprio dia utente sai da farmácia com "Doxi - Om MG" pelo qual pagou 13,75 euros. Em Março, no site do INFARMED, o medicamento adquirido não apresenta valores monetários e o Doxivenil tem o PVP de 10,74 euros mas não é comparticipado pelo Estado.