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19/02/11

Medicamentos a crédito


Os portugueses estão com maiores dificuldades em comprar medicamentos. As farmácias revelaram que muitos utentes optam por adquirir apenas o indispensável e recorrem cada vez mais ao crédito para fazer face à despesa.

Transporte de doentes

Oposição critica alteração de regras de transporte de doentes não urgentes


A oposição exige o fim do despacho que alterou as regras de transporte de doentes não urgentes. Do Bloco ao CDS, todos acusam o executivo de irresponsabilidade, numa medida que consideram economicista e desumana.

15/02/11

Projecto de Resolução para revogação das medidas de corte nos transportes de doentes não urgentes

As medidas de corte no transporte de doentes implementadas pelo Governo estão a criar situações de extrema gravidade e prejuízos inimagináveis a milhares de Portugueses que se viram, de um momento para o outro, privados do acesso a cuidados de saúde por não terem a capacidade de suportar os custos do respectivo transporte.

Quer ir ao hospital?

QUER IR AO HOSPITAL?... PAGUE!!!

As Comissões de Utentes do Litoral Alentejano após analisar o despacho 19264/2010, de 29 de Dezembro, e avaliar a sua implementação no terreno vem alertar a população para o seguinte:

1 - Desde 1 de Janeiro de 2011 todos os utentes não urgentes são obrigados a pagar todas as suas deslocações aos hospitais;

2 - Todos os casos que o INEM não considere emergente ou urgente, mas que ainda assim necessite do transporte em ambulância, terá de ser pago pelo Utente;

3 - Trata-se de mais um roubo que está a ser efectuado, à luz do dia, a toda a População do Litoral Alentejano, principalmente, aos mais carenciados e idosos;

4 - Nesta região com elevado índice de idosos e com distâncias a percorrer bastante grandes esta situação é especialmente gravosa;

5 - Este "corte cego" que o Governo PS/Sócrates quer impôr aplica-se igualmente a todos os Utentes que necessitem deslocar-se para efectuar os tratamentos de fisioterapia, oncologia, etc;

6 - Além de afectar e prejudicar gravemente os Utentes do Litoral Alentejano esta situação cria um enorme "garrote" financeiro aos bombeiros;

7 - Esta situação leva a que as Associações de Bombeiros, além de não prestarem (não poderem prestar) o serviço de transporte de Utentes, poderem pôr em causa e comprometer sériamente as suas responsabilidades em matéria de segurança e protecção civil.

Estamos, novamente, a assistir a uma machadada no Serviço Nacional de Saúde.

Alertamos todos os Utentes e toda a População para se manterem atentos e vigilantes.

APelamos à luta contra estas medidas meramente economicistas e que prejudicam seriamente a saúde pública e a qualidade de vida das Populações.

Apelamos á luta pela manutenção do Serviço Nacional de Saúde público, Universal, Geral e Gratuíto.

Pedem os bombeiros e pedem os doentes


Clique nas imagens

Bombeiros: Federação alerta que socorro pode estar em causa

A Federação dos Bombeiros do Distrito de Beja alerta as populações que socorro pode estar em causa. O despacho do Ministério da Saúde, de 29 de Dezembro de 2010, segundo aquela instituição, restringe o acesso do transporte, aos mais carenciados. A Federação dos Bombeiros do Distrito de Beja emitiu um comunicado onde informa as populações que as determinações emanadas do despacho 19.264 de 29 de Dezembro de 2010, do Ministério da saúde, ao determinar que o direito ao transporte em ambulância, cumpra simultaneamente dois requisitos, justificação médica e insuficiência económica, “restringe o acesso aos mais carenciados e coloca grandes problemas, nomeadamente, financeiros” às corporações.

Domingos Fabela, presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Beja, diz que por “carências económicas, as pessoas não podem pagar os serviços”. Ler mais... 


Quem ganha quando os utentes não suportam o custo dos medicamentos


Perdem as farmácias, mas ganha o Estado, que a partir de Outubro inverteu um movimento de crescimento insustentável da despesa com remédios. Na sexta-feira passada, aliás, a ministra da Saúde anunciou que em Janeiro a despesa do SNS diminuiu pela primeira vez, e sobretudo graças à poupança com medicamentos, que ascendeu a 19 por cento. Questionada sobre se a poupança foi suportada pelos utentes, Ana Jorge respondeu que tal estudo "não está feito". O secretário de Estado da Saúde atribuiu a diminuição a uma série de factores, como a baixa generalizada dos preços (em 6%), a alteração nas comparticipações e a quebra do mercado, mas escusou-se a fornecer mais elementos, alegando que os valores não estão desagregados. Ler mais...

A população saiu à rua

em defesa dum direito: Saúde

Protestos em Grândola e Vila do Conde contra cortes na saúde

O protesto contra o encerramento do centro de saúde de Grândola fez-se com uma marcha lenta até Canal Caveira, local onde o posto de saúde foi já encerrado. A população de Vairão, concelho de Vila do Conde, teme que os doentes desta terra sejam os próximo a sofrer com os cortes na saúde e, por isso, saíram também à rua em protesto.

13/02/11

Cortes na comparticipação dos medicamentos

Quebra de 19% nas contas dos medicamentos representa metade da redução de despesa. Parte da factura das farmácias é assumida por utentes.

Em Janeiro, os gastos diminuíram 45,5 milhões de euros, ou seja, menos 1,5 milhões de euros por dia, em relação ao mês homólogo de 2010. A redução global da despesa de 6,6% resulta sobretudo de cortes nos gastos com medicamentos. São menos 26,9 milhões de euros, o que representa uma quebra de 19% em relação aos 141,3 milhões de euros pagos em Janeiro de 2010.

Uma menor participação do Estado no custo dos medicamentos tem por consequência um agravamento da parte da factura da farmácia assumida pelos utentes. Ler mais...

12/02/11

Quanto custa uma prótese dentária?

Depois de ver um recibo em que um cidadão pagou 425 euros por um serviço onde o vizinho pagou 800, deixo a questão: "O que difere além do laboratório?"

clique na imagem para comparar com os preços da 

Grupos privados de saúde

O ano é de crise? Sim. Os hospitais privados sentiram-na? Não. Dois dos maiores grupos privados de saúde - Espírito Santo Saúde (ESS) e Hospitais Privados de Portugal (HPP) - facturaram 343 milhões de euros nos primeiros dez meses de 2010

Quantas vezes um utente é submetido a determinada intervenção, onde é gasto o material x+y, sendo-lhe debitado na conta a pagar o material x+y+z, fora a mão-de-obra. O infeliz do utente como não sabe o que foi gasto, nem o que é o x o y ou o z, paga e cala-se. Isto é uma das muitas coisas que me faz repudiar os hospitais particulares. Desprezo-os profundamente. Para mim os gestores dos hospitais particulares são comerciantes de saúde, que só vêem o lucro e a melhor forma de explorar utentes, funcionários e Estado.

Hospitais privados

"desligue as sirenes e entre pelas traseiras..."

Quantas vezes terá ido a viatura de emergência (vmer) assistir doentes internados em hospitais particulares, que se encontravam em estado grave? Os doentes vão descompensando dia após dia, não se tomam as medidas adequadas, porque não há condições, nem saber e o que interessa são internamentos prolongados para manter as taxas de ocupação e depois… e depois é chamada a vmer. E ainda se tem a lata de pedir para desligar as sirenes e entrar pelas traseiras… Para não dar mau aspecto.. Parece mal aqueles tolinhos de fluorescente andarem a correr para o hospital particular, para ir a um internamento tentar salvar uma vida.

11/02/11

A teoria do afluxo de doentes excessivo

Ou o sonho dos doentes não incomodarem as instituições...
Ler mais!

Receitas falsas

Em seis meses, uma rede de médicos e farmacêuticos lesou o Serviço Nacional de Saúde em 1,2 milhões de euros. Remédios comparticipados a 100% e com um valor próximo dos 200 euros por unidade eram prescritos em grande quantidade pelos mesmos médicos e vendidos pelas mesmas farmácias. Ler mais...

O caso do paciente morto em consequência da gripe suína

O paciente, de 49 anos, morreu no dia 16 de setembro de 2009, 10 dias após ter procurado um posto de saúde da cidade. Ele se queixava de dores de cabeça, no peito e nas articulações, dificuldades respiratórias e sangramento, sintomas associados à doença.

E as consequências do não atendimento da vítima em hospitais públicos da cidade:

O defensor entrou com uma ação indenizatória contra o Estado e o município de Taubaté, condenando-os a pagar R$ 40 mil com juros e correção monetária como reembolso pelas despesas que família teve com um hospital privado. Também foi pedida uma indenização por danos morais em torno de 100 salários mínimos para a viúva e filhos da vítima. Ler mais...

08/02/11

Bombeiros - marcha de protesto




Os Bombeiros de Viseu fizeram uma marcha de protesto contra o despacho que regula o transporte de doentes não urgentes. A Federação Distrital de bombeiros considera que o documento é... desleal e insensível.

Casos reais e dificuldades no transportes dos doentes


Novas regras do transporte de doentes estão a ser contestadas. Estas novas regras de doentes fazem com que muitos utentes se queixem da perda de um direito que consideravam justo. Os serviços de saúde passaram a aplicar o principio de que quem prescreve o tratamento, deve pagar.

Doentes falsos

Associação Nacional de Farmácias atribui fraudes à desorganização do SNS



A Associação de Farmácias considera que a fraude no setor se deve à desorganização no Sistema Nacional de Saúde. A associação entregou à Judiciária mais de 20 receitas que considera suspeitas por estarem em nome de doentes que não existem.

Auditoria ao programa de intervenção oftalmologica

"A imprudência"

O Tribunal de Contas acusa o Ministério da Saúde de "imprudência na gestão de dinheiros públicos", no âmbito do programa contra as listas de espera em oftalmologia. A "imprudência" estará no acto de ter sido permitido que os hospitais cobrassem 3 milhões e 900 mil euros a mais no programa.

05/02/11

Custos da hemodiálise

O Ministério chega a acordo para reduzir factura do Estado em 15 milhões de euros. O documento estabelece uma redução de 2% do preço às entidades convencionadas de hemodiálise, que agora está fixado em 537,25 euros por doente e semana.


A redução do valor não é tão elevada como os seis por cento que o Ministério da Saúde pretendia quando iniciou as negociações com a associação do setor – ANADIAL – no ano passado. Mas depois de a associação ter rompido as negociações e ameaçado não receber mais doentes, a situação chegou a um impasse. O secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, disse à Lusa que a poupança de 15 milhões de euros permitida com este acordo era o objetivo que o Ministério da Saúde pretendia atingir, apesar de em moldes diferentes.

Com a redução o SNS estima poupar seis milhões de euros, a que acrescem nove milhões de poupança nas transfusões de sangue e na manutenção dos acessos vasculares para permitir a diálise, que passam a ser assegurados pelos centros convencionados. Ler mais...