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"A ilusão de liberdade continuará enquanto for lucrativo manter a ilusão. No momento em que a ilusão se tornar demasiado cara para manter, eles apenas retirarão o cenário, afastarão as cortinas, moverão as mesas e cadeiras para fora do caminho e vocês verão a parede de tijolo ao fundo do teatro." Frank Zappa
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13/04/11
Auditoria à dívida portuguesa
BE exige auditoria ao total da dívida pública e privada
O líder do Bloco de Esquerda exigiu hoje ao Governo que se faça uma auditoria à dívida portuguesa, quer pública, quer privada, e considerou que as políticas recessivas do país levaram Portugal a uma situação de «vergonha». Ler mais...
06/04/11
Islândia - um segredo que se quer "bem" guardado!
Porque se a moda pega ainda vamos ver uma fortísssima reacção popular contra os bancos, contra os politicos, contra as agências financeiras...
05/04/11
Estou aqui para servir o país
Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos. O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o. Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso. Formou-se em Direito. Foi advogado, professor, escritor, político e deputado. Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Foi reitor da Universidade de Coimbra. Foi Procurador-Geral da República. Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa. Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este. Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso. Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado. Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.
Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa.
01/04/11
Referendo pela participação dos cidadãos
Grupo de cidadãos reclama referendos para as grandes decisões políticas
O objectivo, explicou, é conseguir que seja aprovada uma alteração constitucional “que permita que se institua a democracia directa no país, ou seja, dar voz à população para poder intervir não só no dia das eleições mas sobretudo no decorrer das grandes decisões políticas para o país”.
A organização considera que esta intervenção deve ser realizada através de referendos “como acontece na Islândia, e em algumas regiões da Itália e do Canadá” e como “se fazia na Grécia antiga”, porque “democratiza mais a relação entre as populações e o Governo”. Ler mais...
28/03/11
Um abraço pelo Tua
Uma centena de activistas juntaram-se junto à foz do Rio Tua em protesto contra construção da barragem. A Quercus promete avançar para os tribunais com uma providência cautelar
Cansado de resmungar sozinho frente à televisão?
Porquê o BPN
Quando falamos do buraco nas contas públicas deixado pelo BPN referimo-nos a cerca de 6500 milhões de euros, ou seja, a mais de 13 milhões de salários mínimos, mais de um salário mínimo por cada habitante deste país. A Caixa Geral de Depósitos enterrou directamente no BPN cerca de 4600 milhões de euros, a somar aos 2000 milhões de euros em imparidades (activos tóxicos), o que perfaz cerca de 4% do PIB. Explicitando: este valor assemelha-se ao encaixe total que o Estado português prevê fazer com o plano de privatizações. Dito de outra forma, assemelha-se ao valor previsto pelo plano de austeridade de 2010, em que para o cumprir foram necessários os PEC, mas também o fundo de pensões da PT, no valor de 1600 milhões de euros. Este é o valor da factura que todo nós estamos a pagar.
Quase três anos após a falência do BPN, podemos dizer que aquilo que estamos a pagar é a fraude,a promiscuidade entre a política e a finança, a cumplicidade e a troca de favores, os offshores, a evasão fiscal. Enfim, estamos a pagar o preço de um crime que não cometemos.
O caso BPN configura o processo de desagregação do Estado democrático, onde se salvam os accionistas e as entidades reguladoras, onde se escolhe salvar os activos nacionalizando os prejuízos à conta dos impostos que pagamos. O caso BPN diz-nos que em Portugal a fraude compensa e, quando esta vence, a democracia perde. Portugal está transformado num país onde há Estado máximo para alguns e Estado mínimo para quase todas as outras pessoas. Quando nos dizem que o tempo é de sacríficios , sabemos que a sua distribuição não é justa nem democrática. Quem escolhe salvar Bancos para salvar amigos legitima a corrupção. Para o fazer, corta onde é mais necessário: nos serviços públicos e nas prestações sociais. Não nos falem de austeridade, falem-nos de justiça. Ler mais...
21/03/11
19/03/11
12/03/11
O dia da geração à rasca
Milhares de pessoas em várias cidades juntaram-se ao Protesto Geração à Rasca, convocado por quatro jovens, em protesto contra a precariedade. A organização fala em 200 mil pessoas em Lisboa e 80 mil no Porto.
09/03/11
Finalmente alguém com eles no sítio
Carvalho da Silva e João Machado recusaram o "acordo" de concertação social, considerando "inaceitável" para os trabalhadores o compromisso entre os parceiros sociais que o Governo pretende levar à cimeira de Bruxelas na sexta-feira.
07/03/11
Uma lição para os corruptos de todo o mundo - incluindo os de Portugal
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Seiji Maehara, demitiu-se este domingo por ter recebido um donativo ilegal de 435 euros de uma cidadã sul-coreana que vive em Quioto, província pela qual foi eleito para o Parlamento.
Seiji Maehara estava no cargo desde setembro e a sua saída é considerada um duro golpe para o governo de Naoto Kan. Veja o vídeo aqui!
Seiji Maehara estava no cargo desde setembro e a sua saída é considerada um duro golpe para o governo de Naoto Kan. Veja o vídeo aqui!
01/03/11
A guerra dos números
ou "O poder dos números"?
Porque é que este tema me transporta para a eterna "guerra", entre governo e sindicatos, quanto ao número de manifestantes nos protestos em Portugal? A solução seria a de cumprir o desejo dos manifestantes sempre que estes ultrapassassem, por exemplo, os 5% da população total. E só em caso de manifestantes num número inferior, é que poderiam ser ignorados. Trazer um bocadinho de picante para acabar com a monotonia política deste país. Isso sim, seria serviço!...
... As pessoas comuns desejam democracia e massas qualificadas e desempregadas podem criar força poderosa a favor de reformas. Talvez o aspecto mais surpreendente dos protestos que derrubaram as ditaduras do Egito e da Tunísia, e agora avançam para derrubar também os regimes da Líbia, Bahrein, Iêmen e Jordânia, é a escala gigantesca das manifestações.
A Revolução Francesa foi feita por apenas 2% da população mas as revoluções árabes de 2011 trouxeram um grande número de pessoas para as ruas.
No Egito, estimativas do número de participantes nas manifestações de rua são de 10-20% dos 80 milhões de habitantes do país. Estimativa do jornal israelense Haaretz calcula que havia, só na Praça Tahir, cerca de 1 milhão de pessoas, um dia antes da queda de Mubarak. No Bahrein, Sarah Topol, de Slate.com estima que 100 mil, dos 500 mil habitantes do país saíram às ruas. São números sem precedentes, que mostram mudança como jamais se viu no pensamento regional.
Os protestos da praça Tahir no Egito foram resultado de planejamento complexo por, dentre outros, o grupo “6 de abril” , criado em resposta à prisão de grevistas pacíficos em El-Mahalla El-Kubra. Além de outras manobras táticas inteligentes, o grupo priorizou a derrubada de Mubarak, antes de qualquer democratização; tivessem feito o contrário e deixariam abertas as portas para que o regime respondesse com reformas políticas que tradicionalmente são conservadoras, ou absolutamente vazias. Essa capacidade de organizar-se na rua, mais a participação dos movimentos militantes para identificar possíveis candidatos para as futuras eleições, mostra bem que os movimentos querem, mesmo, reestruturar o governo egípcio, não apenas alguma qualquer ‘democratização’ sempre tão ampla quanto vaga. Ler mais...
Publicada por
A. Rodrigues
à(s)
terça-feira, março 01, 2011
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15/02/11
Projecto de Resolução para revogação das medidas de corte nos transportes de doentes não urgentes
As medidas de corte no transporte de doentes implementadas pelo Governo estão a criar situações de extrema gravidade e prejuízos inimagináveis a milhares de Portugueses que se viram, de um momento para o outro, privados do acesso a cuidados de saúde por não terem a capacidade de suportar os custos do respectivo transporte.
11/02/11
Uninstalling dictator COMPLETE
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O povo do Egito mostrou ao mundo que o ativismo da juventude pode mudar tudo. 18 dias terminaram com 30 anos de opressão. Parabéns!
09/02/11
Egito - The time is over
Desde ontem que a oposição aumenta a pressão nas ruas contra o governo, depois de afixar na praça Tahrir as fotografias das quase 300 vítimas dos protestos das últimas semanas.
“Eu estou preparado para morrer como um mártir para expulsar este regime injusto, tão injusto como a comunidade internacional que apoiou o regime do Mubarak”.
16/01/11
Desemprego, inflação, ausência de liberdade e corrupção das classes dirigentes
Os protestos na Tunísia começaram em Dezembro após o suicídio de um jovem diplomado no desemprego, a quem a polícia confiscou a banca de fruta que garantia a sua subsistência.
A recente revelação de comunicações secretas norte-americanas pelo site de denúncias Wikileaks, que referem os negócios corruptos da família de Ben Ali, que controla a economia do país, também inflamaram o mal-estar dos tunisinos, que após décadas de estabilidade e relativa prosperidade, sentem de forma particularmente dura os efeitos da crise financeira internacional.
Perto de uma centena de pessoas terá morrido durante os confrontos das últimas semanas, apesar dos números oficiais darem conta de pouco mais de 20 vítimas.
Os acontecimentos são descritos por analistas como um «terramoto», «algo inaudito». O derrube do líder autoritário tunisino perante o poder das ruas é visto com surpresa na generalidade do mundo árabe, onde vários países contam com os mesmos ingredientes que causaram a presente onda de contestação em Tunes: o desemprego, a inflação, a ausência de liberdade e a corrupção das classes dirigentes.
Publicada por
A. Rodrigues
à(s)
domingo, janeiro 16, 2011
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02/01/11
Carros elétricos
Gaia adere aos carros elétricos
A cidade de Vila Nova de Gaia já tem o primeiro centro de abastecimento rápido para carros elétricos. Em 10 minutos é possível garantir uma autonomia para 60 quilómetros.
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