"A ilusão de liberdade continuará enquanto for lucrativo manter a ilusão. No momento em que a ilusão se tornar demasiado cara para manter, eles apenas retirarão o cenário, afastarão as cortinas, moverão as mesas e cadeiras para fora do caminho e vocês verão a parede de tijolo ao fundo do teatro." Frank Zappa
22/04/09
19/04/09
Eagenda
Já é possivel marcar consultas, pela internet, no seu Centro de Saúde. Além de poder escolher a especialidade (Consulta Adulto, Saúde Infantil, Planeamento Familiar, etc.) no 1º horário disponivel ou à sua escolha, também pode pedir receituário para doenças crónicas. E associar familiares para marcações para toda a familia.
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A. Rodrigues
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domingo, abril 19, 2009
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Eagenda
se o ridiculo matasse...
Não é anedota, não é um mau e barato filme de terror, mas Valter Lemos o nosso anafado Secretário de Estado da Educação deu-me uma noite de riso do melhor. Depois de criar todas as condições para mandar umas enormes formadas de professores para a reformar, sendo aqueles que supostamente à escola mais faziam falta, o mesmo ministério que lhes abriu a porta de saída vem pedir que estes mesmos professores voltem à escola como….voluntariados. É mesmo verdade, não se trata de humor negro ou da ironia pouco refinada de Valter Lemos, é de uma displicência, de uma hipocrisia vir agora com o discurso do voluntario sobre aqueles que o ministério dispensou a todo o vapor. Vejamos se nos entendemos o ministério quis livrar-se dos professores, mas precisava deles, e agora quere-los na escola como voluntários. Complicado? Parece mas é a coisa mais óbvia do mundo para o nosso brilhante Ministério da Educação. Delirante é ver a lista de tarefas que estes “voluntários” podem fazer na escola, autenticas funções de professor cobertas com o eufemismo de “voluntário”.
Muito gozo isto provoca, enquanto rimos escondemos a tristeza absoluta de um ministério que se acha capaz de ter o desplante e a vergonha, não há mesmo outra expressão, de emitir um projecto de despacho como este.
publicado em Terra de NinguémLeia aqui o mais que lunático projecto de despacho de Valter Lemos
Agora também no Twitter.
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A. Rodrigues
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domingo, abril 19, 2009
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lazer
Dos milhões para os tostões
Os funcionários da administração estatal passarão a circular entre serviços para evitar relações de proximidade com o meio envolvente e os presentes que lhes sejam oferecidos por utentes, quer sejam em espécie ou em dinheiro, vão ter um valor máximo a partir do qual têm que ser recusados. Já que se fala de combate à corrupção, porque não desviar as atenções para os mal amados funcionários públicos e aproveitar para ainda lhes “malhar” mais nas suas condições de trabalho? Não digo que não existam casos de pequeno suborno na Administração Pública. A cunha está bem implantada como hábito enraizado na nossa cultura e a AP não será excepção. O fenómeno poderia ser combatido seguindo a mesma lógica que é seguida em carreiras como as magistraturas ou os detentores de cargos políticos, nas quais se tenta minimizar a permeabilidade dos seus titulares a este tipo de esquemas com melhores remunerações e regalias. Mas não. À opção que foi tomada nesta legislatura de desmantelar carreiras e embaratecer o factor trabalho na função pública parece vir agora somar-se uma mobilidade forçada, quando nem sequer é esta corrupção de tostões a questão em foco. Mas pode ser que até resulte no objectivo que já se percebeu ser um dos principais: deixar em paz a bem amada corrupção dos milhões.
Publicado em O país do Burro
Nota: na semana passada a minha colega aceitou um saco de grelos e deu-mo. Quem é corrupto aqui? A simpática da utente, a querida da colega... ou eu que fiquei com os grelos?
12/04/09
Minesweeper
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A. Rodrigues
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domingo, abril 12, 2009
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27/03/09
E depois, inesperada, chegou a crise
Para desgosto de muitos, o Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou hoje que o défice público durante o ano passado se situou em 2,6 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o mesmo valor verificado em 2007 e quatro décimas de ponto acima da meta estabelecida pelo Governo. É muito ou é pouco? É pouco. Pelo menos por duas razões: em primeiro lugar, porque, ao contrário do que o número e o Governo possam sugerir, o saneamento financeiro das nossas contas públicas está longe de ser uma realidade. As despesas dos hospitais EPE, das empresas municipais EPE e de todos os organismos públicos que não pertençam ao SPA (Sector Público Administrativo), embora existam, não entram nas contas do défice. São muitos milhões camuflados através deste artifício. Em segundo lugar, porque um défice de 2,6% no contexto de crise que já se vivia no ano passado é o espelho de uma governação que não esteve à altura de reagir e combater o que era mais que certo viria depois. Veio mesmo, e não foi exclusivamente do exterior.
artigo de opinião rapinado em: http://opaisdoburro.blogspot.com/
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