"A ilusão de liberdade continuará enquanto for lucrativo manter a ilusão. No momento em que a ilusão se tornar demasiado cara para manter, eles apenas retirarão o cenário, afastarão as cortinas, moverão as mesas e cadeiras para fora do caminho e vocês verão a parede de tijolo ao fundo do teatro." Frank Zappa
02/09/09
contratação de auxiliares de acção educativa através de uma empresa de trabalho temporário
“É inaceitável”
Em causa está a contratação de auxiliares de acção educativa, através de uma empresa de trabalho temporário.
Câmara diz que foi “a solução legal” para não mandar as pessoas para a rua. “Situação de semi-escravatura verdadeiramente escandalosa” é como a CDU classifica a alegada contratação que a Câmara de Matosinhos está a fazer, por intermédio de uma empresa de trabalho temporário, de auxiliares de acção educativa para as escolas do concelho sob a alçada da autarquia.
“É inaceitável. Mostra bem o cinismo político da gestão do PS em Matosinhos”, considera Honório Novo.
Em conferência de imprensa, na passada segunda-feira, o candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal revelou que a empresa em causa- a Select- é “a mesma que presta serviço à JP Sá Couto para a contratação de trabalhadores temporários para a linha de montagem do computador Magalhães”.
Honório Novo mostrou aos jornalistas uma cópia de um contrato de trabalho a termo incerto, estabelecido entre os trabalhadores e a Select, para desempenharem funções nas “escolas pertencentes ao Município de Matosinhos, ou em qualquer outro local indicado, desde que situado no mesmo concelho”, ao “ritmo de duas horas diárias e contra o pagamento de 2,85 euros por hora”. “Uma remuneração horária que- diga-se ainda- fica abaixo do valor da remuneração horária (2,96 euros) correspondente ao ordenado mínimo nacional (450 euros), o qual é o ordenado dos assistentes operacionais (designação actual dos auxiliares de acção educativa) na sua entrada para a profissão”, sublinha.
Em causa está a contratação de auxiliares de acção educativa, através de uma empresa de trabalho temporário.
Câmara diz que foi “a solução legal” para não mandar as pessoas para a rua. “Situação de semi-escravatura verdadeiramente escandalosa” é como a CDU classifica a alegada contratação que a Câmara de Matosinhos está a fazer, por intermédio de uma empresa de trabalho temporário, de auxiliares de acção educativa para as escolas do concelho sob a alçada da autarquia.
“É inaceitável. Mostra bem o cinismo político da gestão do PS em Matosinhos”, considera Honório Novo.
Em conferência de imprensa, na passada segunda-feira, o candidato da CDU à presidência da Câmara Municipal revelou que a empresa em causa- a Select- é “a mesma que presta serviço à JP Sá Couto para a contratação de trabalhadores temporários para a linha de montagem do computador Magalhães”.
Honório Novo mostrou aos jornalistas uma cópia de um contrato de trabalho a termo incerto, estabelecido entre os trabalhadores e a Select, para desempenharem funções nas “escolas pertencentes ao Município de Matosinhos, ou em qualquer outro local indicado, desde que situado no mesmo concelho”, ao “ritmo de duas horas diárias e contra o pagamento de 2,85 euros por hora”. “Uma remuneração horária que- diga-se ainda- fica abaixo do valor da remuneração horária (2,96 euros) correspondente ao ordenado mínimo nacional (450 euros), o qual é o ordenado dos assistentes operacionais (designação actual dos auxiliares de acção educativa) na sua entrada para a profissão”, sublinha.
alunos metidos em contentores
Uma em cada cinco escolas secundárias vai abrir o ano lectivo em obras. Num total de 450 escolas, 92 ainda estão com cenário de estaleiro e 45 mil alunos vão começar o ano em 1800 contentores.
- Mais 1250 milhões de euros correspondentes às cerca de 100 escolas da 3ª fase vão ser lançados a concurso até ao final do ano;
- Na fase 2 do programa estão envolvidas 59 empresas de construção;
- O Banco Europeu de Investimento assegura 40% do financiamento. Do PIDDAC vêm 15% e do QREN 14%;
- Cerca de 980 mil metros quadrados são a área de construção nova nas 75 escolas da fase 2;
- A requalificação corresponde a 60% da área ocupada das escolas.
- Na fase 2 do programa estão envolvidas 59 empresas de construção;
- O Banco Europeu de Investimento assegura 40% do financiamento. Do PIDDAC vêm 15% e do QREN 14%;
- Cerca de 980 mil metros quadrados são a área de construção nova nas 75 escolas da fase 2;
- A requalificação corresponde a 60% da área ocupada das escolas.
01/09/09
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