22/05/11

Os municípios e as freguesias de Portugal

A aplicação da regra mínima dos 10.000 habitantes por município faria 'desaparecer' um em cada três concelhos em Portugal. Em Portugal 110 dos 308 municípios têm menos de 10.000 habitantes, muitos no sul do país, e a maioria (62) tem mais do que um presidente de junta por cada mil habitantes.

Mas se um em cada três municípios poderia ser fundido tendo em atenção apenas o critério populacional, muitas são as freguesias que se manteriam após uma reforma administrativa. Aliás, desde a freguesia mais populosa do País, Algueirão-Mem Martins, com cerca de 70 mil habitantes, àquela que segundo o novo mapa das freguesias de Lisboa será a menor da capital, a do Oriente, com mais de 11 mil habitantes, muitas poderiam manter-se. A grande maioria destas freguesias estão junto ao litoral, mas há algumas excepções, como Arcozelo (Braga), Vila de Cucujães (Oliveira de Azeméis) e Malagueira (Évora).

Por outro lado, são centenas as freguesias com menos de 10 mil habitantes que poderiam desaparecer do mapa se ao território nacional fosse aplicado o critério populacional. Ler mais...
Portugal consegue a proeza de ser dos países desenvolvidos com mais autarquias locais por metro quadrado e por habitante...

1000 cargos para 20 administradores

“Há 20 administradores que acumulam 1000 cargos”

Esta sexta-feira, no comício do Bloco em Elvas, Francisco Louçã citou um documento da CMVM que denuncia que há 20 pessoas que acumulam 1000 cargos de administração em empresas diferentes. Ler mais...

Medina Carreira na TV - já!

Petição

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Medina Carreira: uma das vozes lúcidas funcionando como a voz da consciência de todos nós perante o lamentável estado de coisas a que nos levaram. Perante o afundamento gradual do País nas suas vertentes económica e financeira, este homem tentou remar contra a maré alertando-nos desde finais de 90 para o (torto) caminho que Portugal estava a ser transportado por culpa da incapacidade e incompetência das élites que dirigiam o País. Hoje prova-se à saciedade que ele tinha e tem razão!!

A troco de comida

Seguem José Sócrates para todo o lado, de norte a sul do País, em autocarros pagos pelo PS. Depois são usados para compor os comícios, agitar bandeiras, e puxar pelo partido, apesar de muitos deles não perceberem uma palavra de português e não poderem votar. Em troca têm refeições grátis.

Trata-se de imigrantes provenientes da Índia e Paquistão, trabalhadores nas lojas do Martim Moniz, Lisboa, e na construção civil. Estiveram com José Sócrates em Beja, Coimbra e no comício de ontem em Évora, onde deram nas vistas ao exibir os seus turbantes. Até à porta da RTP, no dia do debate com Passos Coelho, realizado na sexta-feira, estiveram de bandeiras em punho.

"Só pagam o autocarro e a comida" disse Singh Gurmukh, indiano e trabalhador na construção civil. Ler mais...

Spanish Revolution

20/05/11

Mudam-se os tempos mudam-se os valores

O colega de trabalho!

Uma magistrada do Ministério Público foi detida em Cascais por um agente da Polícia Municipal por estar a conduzir em contramão e com uma taxa de alcoolemia de 3,08g/litro de sangue, o que constitui crime. No entanto, mais tarde foi libertada por um procurador seu colega...


será esta a típica portuguesa?

Diz uma vizinha para outra:
- Reduziram o vencimento do meu marido em 200 euros.
Resposta:
- Quem me dera que descessem também o meu. Era sinal que tinha um bom ordenado...

será este o português típico?

Será este o verdadeiro lusitano?

Manifestação da CGTP em 19 Maio 2011

19/05/11

Superlativo de lento

Ao transitar pelos corredores do Tribunal, o advogado (e professor) foi chamado por um dos juízes:

- Olhe só o erro ortográfico grosseiro que temos nesta petição.
Estampado logo na primeira linha da petição, lia-se:
"Esselentíssimo Juiz".
Gargalhando, o magistrado perguntou:
- Por acaso esse advogado foi seu aluno na faculdade?
- Foi sim - reconheceu o mestre. Mas onde está o erro ortográfico a que o senhor se refere?
O juiz pareceu surpreendido:
- Ora, meu caro, você não sabe como se escreve a palavra excelentíssimo?
Então o catedrático explicou:
- Acredito que a expressão pode significar duas coisas diferentes.
Se o colega desejava referir-se a excelência dos seus serviços, o erro ortográfico efetivamente é grosseiro.
Entretanto, se fazia alusão à morosidade da prestação jurisdicional, o equívoco reside apenas na junção inapropriada de duas palavras.

O certo então seria dizer: "Esse lentíssimo juiz".

Depois disso, aquele magistrado nunca mais aceitou o tratamento de "Excelentíssimo Juiz", sem antes perguntar:
- Devo receber a expressão como extremo de excelência ou como superlativo de lento?

18/05/11

Marques Mendes o novo pensionista!


Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como Deputado, Marques Mendes acaba de requerer a Pensão a que tem direito, no valor mensal vitalício de 2.905 euros mensais.

Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneraçao média da sua carreira contributiva.

Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebeliao, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

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As estradas ficaram 58 vezes mais caras

O risco de tráfego assumido pelo Governo
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A introdução de portagens nas Scut prejudicou os automobilistas, que passaram a pagar o que antes era gratuito, mas foi igualmente ruinosa para o Estado. Antes, o Estado devia às concessionárias 178 milhões de euros. Agora, a empresa pública Estradas de Portugal ficou comprometida com um dívida superior a 10 mil milhões de euros.

Com a renegociação de contratos, para introduzir portagens, as estradas ficaram 58 vezes mais caras.

Médicos cubanos em Portugal

Mais do mesmo: uma nova tragédia financeira!

Notícia TVI: há um novo buraco na Saúde
139 milhões de euros em falta nos serviço de utilização comum dos hospitais

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Há um novo buraco no Serviço Nacional de Saúde. Cento e trinta e nove milhões de euros é o passivo do universo de empresas criado pelo governo para prestar serviços aos hospitais. O objectivo era diminuir custos, aconteceu o contrário.

Os relatórios e contas de 2010 do SUCH, serviço de utilização comum dos hospitais, contam mais uma tragédia financeira. O passivo do SUCH, cujo capital é maioritariamente formado por hospitais públicos, ascende a 86 milhões de euros.

O SUCH existe para reduzir os custos dos hospitais, mas falha redondamente nessa missão, como denunciado há meses pelo Tribunal de Contas. Ele próprio acumula prejuízos, que duplicaram nos últimos anos.

Em 2007, o ministro da Saúde, Correia de Campos incentivou o SUCH a lançar-se numa aventura empresarial. Através da criação de três novas empresas: Somos Compras, Somos Contas e Somos Pessoas. Em parceria com três consultoras privadas: Delloite, Accentura, Capgemini.

Ao fim de dois anos de actividade, estas novas empresas representam novos passivos de monta: 25 milhões e quinhentos mil euros + 19, 5 milhões + oito milhões. Resultado, o universo SUCH tem hoje um buraco total de 139 milhões de euros, se considerarmos os passivos da empresa mãe e das associadas.

Perante as críticas severas do Tribunal de Contas, o ministério da Saúde decidiu avançar para uma fusão das empresas, numa nova entidade, anunciada como a grande central de compras da saúde. Mas o ministério das Finanças resiste à ideia, como revela no relatório de contas Nélson Baltazer, ex-deputado do PS e actual presidente do SUCH.

«Continuamos a aguardar a homologação do acordo, ainda pendente no ministério das Finanças». Correia de campos já não é ministro da saúde, mas continua a seguir o problema de perto. É ele o presidente da Assembleia-geral do SUCH.

17/05/11

PREVENÇÃO RODOVIÁRIA BRASILEIRA

Apresentação da Lei contra a Precariedade

  
Apresentação da Lei contra a Precariedade, com intervenção de Paula Gil (M12M) e entrevista a Tiago Gillot (Precários Inflexíveis).

A factura do Parque Escolar

Em 2015, total das rendas rondará os 153 milhões de euros, 75% dos encargos anuais do TGV


As escolas secundárias intervencionadas pela Parque Escolar vão pagar em 2011 à empresa pública uma média anual de cerca de 500 mil euros de renda. Somadas as 105 escolas que já passaram para a sua dependência, a Parque Escolar encaixa quase 50 milhões de rendas, valor que triplicará daqui a cinco anos - aproximadamente 75% do que o Governo prevê gastar anualmente com o TGV - para quando está prevista a conclusão da intervenção em 330 secundárias.

Mas, já a partir de Janeiro, as 105 escolas que já foram remodeladas passam a pagar uma renda mensal de 1,6 euros por m2, que no final do ano ascenderá a uma média de 461 476 euros, acrescidos de IVA, por estabelecimento. Valores que serão transferidos para as escolas pelo Estado. Em Outubro, o Conselho de Ministros aprovou uma resolução reservando já um total de 59,913 milhões de euros (mais IVA) para este fim, dos quais 11,458 milhões ainda para 2010, presumivelmente para pagamento de rendas retroactivas das escolas já sob a alçada da Parque Escolar. De acordo com os estatutos da empresa, esta passa a deter as escolas que intervenciona. Ler mais...


Quanto custa um diploma das Novas Oportunidades?

Portefólios à venda na internet 400 euros.

É o valor pedido por Paula Duarte, num curto contacto telefónico, por um Portefólio Reflexivo de Aprendizagem que dará acesso ao 12º ano. "Mas tudo é negociável" e acrescenta, "no ano passado, pedia 500 euros, mas agora com a crise...". Paula Duarte, à semelhança de várias dezenas de pessoas, pôs na internet um anúncio de venda de portefólios para as Novas Oportunidades. Ler mais...

Os sacrificios são para serem partilhados!